«A pandemia de COVID-19 é uma pandemia em curso de COVID-19, uma doença respiratória aguda causada pelo coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2). A doença foi identificada pela primeira vez em Wuhan, na província de Hubei, República Popular da China, em 1 de dezembro de 2019 com um grupo emergente de pessoas com pneumonia de causa desconhecida, ligadas principalmente a vendedores ambulantes que trabalhavam no Mercado de Frutos do Mar de Huanan, que também vendia animais vivos. Em 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde declarou o surto uma pandemia. Até 20 de março de 2020, pelo menos 246 275 casos da doença foram confirmados em mais de 180 países e territórios, com grandes surtos na China continental (mais de 80 000 casos), Itália (mais de 41 000 casos), Espanha (mais de 20 000 casos), Irã (mais de 19 000 casos) e Alemanha (mais de 16 000 casos). Pelo menos 10 038 pessoas morreram (mais de 3 400 na Itália, mais de 3 200 na China e mais de 1 000 no Irã e na Espanha) e cerca de 86 036 foram curadas.»

(fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pandemia_de_COVID-19)

Nesta guerra cada vez mais inóspita contra o coronavírus, a Nutricionista Catarina Pires de Carvalho explica aqui quais é que são os cuidados a ter com a nossa dieta alimentar:

  1. Aumentar o consumo de vegetais, sobretudo os de folha verde escura, nomeadamente, espinafres, couves e brócolos, pela presença de vitamina E, essencial para o combate à inflamação;
  2. Aumentar o consumo de frutas, sobretudo as que são consideradas anti-inflamatórias, nomeadamente, frutos vermelhos, cerejas, amoras, mirtilos, framboesas e morangos, pela presença de antocianinas, compostos essenciais para combater a inflamação e responsáveis pela cor;
  3. Consumir alimentos ricos em vitamina C, tais como os citrinos, pimento, kiwi ou laranja;
  4. Aumentar o consumo de vitamina D, sendo recomendável por exemplo o consumo de salmão, sardinhas e ovos;
  5. Manter a ingestão de fontes de proteína, através de carne, peixe, ovos, queijo, fiambre e iogurtes, pela ausência de actividade física e/ou a permanência num ambiente mais sedentário;
  6. Reduzir o consumo de fontes de gordura, nomeadamente, azeite, molhos, alimentos fritos e/ou salgados.
  7. Reduzir o consumo de produtos com elevado teor energético, nomeadamente de produtos ricos em gordura e hidratos de carbono simples, como o açúcar ou, por exemplo, as batatas fritas de compra, bolachas, chocolates, gomas ou outros alimentos com elevada densidade energética;
  8. Ter em atenção as quantidades de macronutrientes (hidratos de carbono, proteínas e gorduras) ingeridas;
  9. Manter a toma de suplementação, caso tenha sido prescrita;
  10. Praticar algum tipo de atividade física regular, mesmo estando em casa.
  11. Outras soluções alimentares possíveis: o consumo de fruta (cozida, assada ou ao natural, onde se pode acrescentar canela para dar sabor), gelatinas light, iogurtes magros sem adição de açúcar (ao qual pode acrescentar canela para dar sabor), pipocas (não deve acrescentar nem sal nem açúcar), tremoços ou queijos frescos.

E já sabe que, em caso de sentir tosse, dificuldade respiratória e febre superior a 37,5ºC,  contacte de imediato as instituições desenhadas para o efeito, sendo que uma das frases que mais tem inundado a Internet é “Aos nossos pais e avós pediram-lhes para ir à guerra, a nós pedem-nos para ficar no sofá“, logo, se não tiver de ir trabalhar, fique em casa por si e pelos seus a, por exemplo, ler um bom livro (clique em cada um dos tópicos abaixo):

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