Talvez por falta de um investimento sério, no que toca a políticas de educação financeira nas nossas escolas, ou porque o rendimento disponível nas famílias portuguesas já não ser o que era, o mesmo só fica perfeitamente definido após terem sido recebidos os respetivos rendimentos a que têm direito e de terem sido pagas as devidas quotizações obrigatórias para a Segurança Social ou os impostos diretos ao Estado. 
Mediante toda esta melancolia tramada, o rendimento disponível pode ou não ser canalizado da forma mais ponderada para consumo e poupança, podendo ou não contribuir para a real satisfação das suas necessidades!

Na verdade, há diversas motivações que nos levam a tomar certas decisões: aquando da nossa intenção de fazer uma viagem de férias, bem como no que toca a desenvolver algum projeto a nível profissional ou até ao nível de algum negócio em bolsa, por exemplo.
Contudo, qualquer um de nós pode vir a confrontar-se, de um momento para outro, com aquele tipo de despesas “extra” a ver com saúde, ou a ver com alguma situação inesperada, como o desemprego instaurado na família, deixando quase tudo para trás, só para se conseguir fazer face a novas preocupações e desesperos!

E quanto a melhores ou piores condições num futuro próximo, em termos de reforma, apoio na doença, escola dos filhos ou garantia de emprego, todos estes propósitos influenciarão cada vez mais a concordância de cada família gastar ou poupar o seu rendimento no presente.
Também a publicidade e os incentivos ao consumo têm um efeito maléfico, ao aliciar todos os demais a um consumo demasiadamente “rápido”, muito embora a insegurança no dia de amanhã consiga criar tão grande desconforto aliado a sentimentos severamente nefastos de natureza social, cultural ou psicológica!

Por outras palavras, o verbo “ser” é diferente do verbo “ter”, por isso faça deste tipo de publicações no meu blog a sua plataforma para a verdadeira ação e o seu guia concreto para presentear cada final de mês que se preze com um smile.
Urge, portanto, criar novos hábitos, uma maior sensatez perante situações “novas” de desconforto e, por conseguinte, um tipo maior de humor mais harmónico daqui para a frente!

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