O restaurante PURO foi um projeto que abriu em Lisboa com a assinatura do conhecido Chef António Amorim, no passado dia 17 de outubro, mas que durou cerca de dois anos e meio até ser concretizado, tendo em conta as necessidades do mercado mais atual no que toca ao mais saudável e mais amigo do ambiente!
E assim temos um espaço apto a colocar à disposição de quem entra, de segunda a sábado, entre as 7h e as 20h, diversos tipos de opções, no que toca a pequenos-almoços, almoços ou lanches, para além de um simples sumo ou creme do dia, mas sempre baseados nos produtos mais frescos existentes no mercado, bem como à utilização mínima de açúcar do tipo refinado, produtos com glúten e ainda demasiado calóricos!

«Nós abrimos a 17 de outubro, é recente, mas durou 2 anos e meio a concretizar este projeto (…) fomo-nos então adaptando agora à atualidade, porque, há 2 ou 3 anos atrás, a realidade ao nível do saudável era uma e atualmente é outra (…) tivémos de aprofundar mais hoje em dia as necessidades do mercado e é isso que nós estamos a implementar aqui» (Chef António Amorim)

«Temos um vasto leque de opções de cafetaria e doces: entre bolachas, cookies, biscoitos, bolos de fatia; vamos diversificando diariamente. Temos 2 ou 3 produtos como base, temos o bestseller, uma procura intensiva pelo produto, e vamos criando coisas novas diariamente, também conforme nos aparece ao nível de produto fresco no mercado, caso consigamos transformar isso num mais doce de referência.
 
Depois temos um menu de sumos e smothies, com a escolha do cliente, mas com decomposições distintas, e que vamos experimentando sempre um deles (…) e que não levam açúcar (…) temos sempre o sumo do dia, um creme sem batata também diferente todos os dias» (Chef António Amorim) 
 «Depois temos uma área de “grab and go”, para quem está com mais pressa: está pronto e vamos pondo durante o dia, conforme as horas de maior procura, 3 variedades de sanduiches, 4 variedades de saladas, uma salada de fruta e outra de fruta tropical. Fruta fresca e iogurte, pode-se conjugar isso com um pequeno almoço, para um lanche ou um brunch, depende da opção de cada um, mas entre as compotas, as composições são apenas de 10% de açúcar, não sendo açúcar refinado, granolas, tudo isso é feito cá.
Temos a área de showcooking, que é mais à hora de almoço, em que podem escolher uma massa, uma quinoa ou um grão, um molho dentro do saudável, sempre a abóbora assada com tomilho, azeite extra-virgem com ervas frescas, ou cogumelos com soja, não há adição de natas, e outras coisas demasiado calóricas, depois escolhem 3 ingredientes que vai variando conforme também a oferta maior o mercado» (Chef António Amorim) 
Acrescente-se ainda que existe a possibilidade de se adquirirem bolos inteiros para efeitos de revenda, pois é algo que ainda não está muito disponível no mercado, mas que tem vindo a crescer.
 
E no que diz respeito ao pão que está à venda nas prateleiras, todo ele é cozido em forno de lenha, ou então surgido através da intitulada massa-mãe, de forma a evitar, lá está, a farinha de trigo! 
Por último, no projeto PURO existe igualmente uma vertente social e ecológica, relacionando-se sobretudo com a parte do papel e do tipo de embalagens que é utilizado, como o vidro ou o papel reciclado.
Já agora, no caso do cliente em questão não ter muito tempo para tomar a sua refeição no local, que engloba uma zona interior e uma zona exterior, com acesso a uma pequena esplanada, pode usufruir do serviço “take away“, apesar de lhe ser cobrada uma certa taxa no caso da aquisição das tais embalagens de vidro, obviamente devolvida aquando da sua devolução em loja. 
«Creio que numa fase mais à frente (…) vamos abrir à noite, num registo diferente no serviço ao cliente e num tipo de produtos e ofertas mais amplas (…) também há a previsão para o brunch, ao sábado: são coisas que vão aparecer gradualmente, para perceber também qual é que é o público. 
 
Agora, temos tido opiniões diversas, muita procura para estarmos noutros cantos da cidade, mas isso nós não conseguimos fazer atualmente (…) numa fase num outro registo, a nível empresarial (…) agora é focarmo-nos neste, solidificarmos a marca, não desvirtuar o conceito, e sermos cada vez mais eficientes» (Chef António Amorim) 
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2 Comments

  1. Mónica Rebelo 15 Dezembro 2018 at 15:04

    Muito obrigada pelo comentário, esperando encontrá-la por aqui então mais vezes, já que espero continuar a dar ideias também mais saudáveis, porque, lá está… nós somos o que comemos!
    Mónica Rebelo do blog Cozinha Com Rosto.

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  2. Marta Sousa 15 Dezembro 2018 at 15:01

    Gostei muito do conceito. Eu não posso comer glúten e gosto que tenham preocupação de evitar a farinha de trigo. Apesar de não poder comer glúten, não gosto de passar muito tempo na cozinha 😛 Por isso, é uma boa sugestão quando for a Lisboa. Obrigada pela sugestão e felicidades 🙂
    https://escritaemdesafiosdemartasousa.blogspot.com/.

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