Entre ontem e hoje, no Centro de Congressos de Lisboa, realiza-se o XVI Congresso de Nutrição e Alimentação, que sendo organizado pela Associação Portuguesa dos Nutricionistas, é uma referência nacional na área da nutrição e alimentação, no qual participam mais de 1500 profissionais, como por exemplo Nutricionistas, Investigadores, Médicos, Enfermeiros e Estudantes.

Existe até uma aplicação disponível para download, a partir da qual se consegue acompanhar todo o evento, feita pela Viver Saudável, a revista oficial do Congresso:
 


Acrescente-se ainda que o tema principal irá ser “Sustentabilidade Alimentar: desafios“, com o objetivo de debater refletir acerca dos principais pilares em torno da sustentabilidade alimentar: dietas saudáveis e sustentabilidade; valorização de subprodutos no setor agroalimentar; políticas alimentares em saúde; sustentabilidade de unidades de restauração coletiva; sustentabilidade alimentar; desperdício alimentar; sustentabilidade na produção e na distribuição de alimentos.

A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) identifica a sustentabilidade agrícola e alimentar como uma das áreas estratégicas a trabalhar à escala global para assegurar a preservação dos recursos e disponibilidade de alimentos e a nutrição das populações.

Mais informações em:

Para terminar este texto, deixo-vos aqui uma outra notícia, sendo ao mesmo tempo um agradável anúncio de emprego para quem tiver disponibilidade de viajar, comer nos melhores restaurantes do mundo e ainda ser pago por isso!





“A Michelin, cujas estrelas são desejadas pelos chefs de topo, está a contratar inspetores para avaliar restaurantes em Nova Iorque, nos EUA, de acordo com a CNN.Quais agentes secretos, têm de fazer marcações nos restaurantes utilizando nomes falsos, pagam as suas próprias contas e ser o mais discretos possível. Depois da refeição em si, há que escrever relatórios detalhados, monitorizar as notícias, tirar fotografias e visitar cada restaurantes tantas vezes quanto necessário.”


Contudo, ainda tendo em conta a mesma fonte, este tipo de trabalho implica “viajar durante três semanas por mês e comer em restaurantes pelo menos 275 refeições por ano“, cujos inspetores costumam somar, na sua maioria, “mais de 10 anos de experiência nas áreas de hospitalidade e cozinha“.

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